terça-feira, 16 de abril de 2013
Resumo da Globalização e Cultura Globalizada
Resumo: A Globalização pressupõe economia de mercado, desigualdade , capitalismo,
mudança de paradigmas educativos e exige que o modelo de humanidade necessário aos
homens que habitam o planeta seja repensado, a fim de que a vida na Terra seja
garantida e que todos tenham as mesmas condições de formação tanto acadêmica
quanto profissional.
Cultura Globalizada: É a cultura que temos nos dias de hoje: Todo o mundo usa internet, todo mundo fala ao celular, todo mundo segue algumas modas, todo mundo fala no Twitter, todo mundo tem e-mail, todo mundo fala com todo o "mundo''... Ou seja, a comunicação existe pra grande maioria do mundo e os costumes e culturas milenares, ou de nossos avós estão ficando pra traz.
Antigamente pra se comunicar as pessoas tinha dificuldades, ou não funcionavam bem os telefones, ou as cartas não chegavam a tempo de dar as notícias. Um pais pra comprar mercadoria do outro demorava meses, ou até anos.
Hoje compramos mercadorias do mundo todo com apenas alguns cliques no teclado.
Assim está a nossa Cultura hoje em dia, todos sabem de tudo e de todos.
Aspectos positivos e Negativos do mundo global
Aspectos positivos:
-Através da internet, podemos mantar contato com todo o mundo.
-Os produtos importados chegam facilmente ao nosso país.
-Conhecemos a cultura de diferentes povos pois as pessoas viajam muito mais, a trabalho ou lazer.
Aspectos negativos:
-Vivemos atrás de novas tecnologias, pois tornou-se impossível estar sempre atualizado.
-Cada tecnologia avança tão rapidamente que nós nunca estamos satisfeitos com nossos aparelhos eletrônicos.
-Às vezes sabemos mais a respeito do nosso amigo virtual que mora em outro país do que sabemos sobre nosso irmão que mora na mesma casa.
-Através da internet, podemos mantar contato com todo o mundo.
-Os produtos importados chegam facilmente ao nosso país.
-Conhecemos a cultura de diferentes povos pois as pessoas viajam muito mais, a trabalho ou lazer.
Aspectos negativos:
-Vivemos atrás de novas tecnologias, pois tornou-se impossível estar sempre atualizado.
-Cada tecnologia avança tão rapidamente que nós nunca estamos satisfeitos com nossos aparelhos eletrônicos.
-Às vezes sabemos mais a respeito do nosso amigo virtual que mora em outro país do que sabemos sobre nosso irmão que mora na mesma casa.
Globalização aumentou ou diminuiu a desigualdade social no mundo ?
De acordo com o relatório sobre a "Situação econômica e social no mundo em 2006", publicado pela Organização das Nações Unidas (ONU), a globalização não conseguiu reduzir as desigualdades entre países ricos e pobres e sublinha que "a desigualdade internacional aumentou fortemente desde 1980". Esta evolução, refere o documento elaborado pelo Conselho econômico e social da ONU, "vai ao encontro da ideia que defende que as disparidades de rendimento entre os países mudam numa economia globalizada".
De facto, apenas um pequeno número de países em desenvolvimento foi capaz de reduzir o fosso que os separava dos países desenvolvidos. A estratégia que prevaleceu nos anos 80 e 90 foi a "deixar uma grande margem de manobra para que o mercado mundial diminuísse a diferença de rendimento". Segundo os autores do relatório "isso não aconteceu, apesar de vários países em todo o mundo terem liberalizado os seus sistemas financeiros e terem aberto os seus mercados à globalização".
O relatório constata ainda que "a liberalização do comércio foi a principal tendência política ao longo das últimas décadas na maior parte das regiões do mundo, o que provocou um aumento do volume de exportação, mas não necessariamente um crescimento econômico mais elevado".
"Os países que foram capazes de diversificar e mudar a sua estrutura de produção para incluir actividades com produtividade mais elevada tiveram ganhos mais visíveis em matéria de crescimento".
Por isso, a ONU recomenda que os países em desenvolvimento diversifiquem as suas economias, ainda muito dependentes das matérias-primas, para torná-las menos vulneráveis às flutuações do mercado mundial e às crises na bolsa. A exemplo dos países asiáticos mais dinâmicos, elas devem orientar-se para produtos de grande valor agregado, como os de alta tecnologia e os serviços.
Para o secretário-geral adjunto da ONU, José António Ocampo, "não é uma questão de quantos países exportam, mas aquilo que exportam". Para evitar crises como as de 1996-98 e 2000-2002, os países ?devem adotar políticas adaptadas à sua situação nacional", acrescentou este responsável na apresentação do relatório à imprensa.
De facto, apenas um pequeno número de países em desenvolvimento foi capaz de reduzir o fosso que os separava dos países desenvolvidos. A estratégia que prevaleceu nos anos 80 e 90 foi a "deixar uma grande margem de manobra para que o mercado mundial diminuísse a diferença de rendimento". Segundo os autores do relatório "isso não aconteceu, apesar de vários países em todo o mundo terem liberalizado os seus sistemas financeiros e terem aberto os seus mercados à globalização".
O relatório constata ainda que "a liberalização do comércio foi a principal tendência política ao longo das últimas décadas na maior parte das regiões do mundo, o que provocou um aumento do volume de exportação, mas não necessariamente um crescimento econômico mais elevado".
"Os países que foram capazes de diversificar e mudar a sua estrutura de produção para incluir actividades com produtividade mais elevada tiveram ganhos mais visíveis em matéria de crescimento".
Por isso, a ONU recomenda que os países em desenvolvimento diversifiquem as suas economias, ainda muito dependentes das matérias-primas, para torná-las menos vulneráveis às flutuações do mercado mundial e às crises na bolsa. A exemplo dos países asiáticos mais dinâmicos, elas devem orientar-se para produtos de grande valor agregado, como os de alta tecnologia e os serviços.
Para o secretário-geral adjunto da ONU, José António Ocampo, "não é uma questão de quantos países exportam, mas aquilo que exportam". Para evitar crises como as de 1996-98 e 2000-2002, os países ?devem adotar políticas adaptadas à sua situação nacional", acrescentou este responsável na apresentação do relatório à imprensa.
Globalização
O que é Globalização - Conceito
Podemos dizer que é um processo econômico e social que estabelece uma integração entre os países e as pessoas do mundo todo. Através deste processo, as pessoas, os governos e as empresas trocam idéias, realizam transações financeiras e comerciais e espalham aspectos culturais pelos quatro cantos do planeta.
O conceito de Aldeia Global se encaixa neste contexto, pois está relacionado com a criação de uma rede de conexões, que deixam as distâncias cada vez mais curtas, facilitando as relações culturais e econômicas de forma rápida e eficiente.
Origens da Globalização e suas características
Muitos historiadores afirmam que este processo teve inicio nos séculos XV e XVI com as Grandes Navegações e Descobertas Marítimas. Neste contexto histórico, o homem europeu entrou em contato com povos de outros continentes, estabelecendo relações comerciais e culturais. Porém, a globalização efetivou-se no final do século XX, logo após a queda do socialismo no leste europeu e na União Soviética. O neoliberalismo, que ganhou força na década de 1970, impulsionou o processo de globalização econômica.
Com os mercados internos saturados, muitas empresas multinacionais buscaram conquistar novos mercados consumidores, principalmente dos países recém saídos do socialismo. A concorrência fez com que as empresas utilizassem cada vez mais recursos tecnológicos para baratear os preços e também para estabelecerem contatos comerciais e financeiros de forma rápida e eficiente. Nesse contexto entra a utilização da Internet, das redes de computadores, dos meio de comunicação via satélite e etc.
Uma outra característica importante da globalização é a busca pelo barateamento do processo produtivo pelas indústrias. Muitas delas, produzem suas mercadorias em vários países com o objetivo de reduzir os custos. Optam por países onde a mão-de-obra, a matéria-prima e a energia são mais baratas. Um tênis, por exemplo, pode ser projetado nos Estados Unidos, produzido na China, com matéria-prima do Brasil, e comercializado em diversos países do mundo.
A 3ª Revolução Industrial
O mundo, após a segunda metade do século XX, depois da Segunda Guerra Mundial, ingressou em uma etapa de profundas evoluções no campo tecnológico desencadeada principalmente pela junção entre conhecimento científico e produção industrial. O processo industrial pautado no conhecimento e na pesquisa caracteriza a chamada Terceira Revolução Industrial.
Nessa etapa ou fase produtiva, todos os conhecimentos gerados em pesquisas são repassados quase que simultaneamente para o desenvolvimento industrial.
A Terceira Revolução Industrial ou Revolução Tecno-científica permitiu o desenvolvimento de atividades na indústria que aplicam tecnologias de ponta em todas as etapas produtivas. A produção de tecnologias é um ramo que apresenta como um dos mais promissores no âmbito global.
Essa nova fase produtiva não se limita a produtos de pouco valor agregado, como as revoluções industriais anteriores, pelo contrário, o conhecimento inserido, no qual foram gastos anos de estudos e pesquisas, agregam elevados valores no produto final, mesmo que tenha sido gastos pouca quantidade de matéria-prima.
Nesse sentido, as atividades que mais se destacam no mercado estão vinculadas à produção de computadores, softwares, microeletrônica, chips, transistores, circuitos eletrônicos, além da robótica com grande aceitação nas indústrias, telecomunicações, informática em geral. Destacam-se ainda a expansão de transmissores de rádio e televisão, telefonia fixa, móvel e internet, indústria aeroespacial, biotecnologia e muitas outras inovações.
É bom ressaltar que a inovação de um dos itens citados contribui diretamente ou indiretamente para o desenvolvimento de outro, desse modo, fica evidente que ocorre uma intensa interdependência entre eles.
No mundo capitalista, a inserção de tecnologias e o aprimoramento constante da mesma promovem uma dinamização produtiva, intensifica o trabalho, cria produtos e mercadorias de maior qualidade para concorrer em um mercado cada vez mais competitivo, gera diminuição de custos. Esse processo desencadeia uma enorme acumulação de capitais pelos donos dos meios de produção que posteriormente serão usados para realizar investimentos no desenvolvimento de novos produtos e na geração de inéditas tecnologias de ponta, sempre a serviço da indústria.
Nessa etapa ou fase produtiva, todos os conhecimentos gerados em pesquisas são repassados quase que simultaneamente para o desenvolvimento industrial.
A Terceira Revolução Industrial ou Revolução Tecno-científica permitiu o desenvolvimento de atividades na indústria que aplicam tecnologias de ponta em todas as etapas produtivas. A produção de tecnologias é um ramo que apresenta como um dos mais promissores no âmbito global.
Essa nova fase produtiva não se limita a produtos de pouco valor agregado, como as revoluções industriais anteriores, pelo contrário, o conhecimento inserido, no qual foram gastos anos de estudos e pesquisas, agregam elevados valores no produto final, mesmo que tenha sido gastos pouca quantidade de matéria-prima.
Nesse sentido, as atividades que mais se destacam no mercado estão vinculadas à produção de computadores, softwares, microeletrônica, chips, transistores, circuitos eletrônicos, além da robótica com grande aceitação nas indústrias, telecomunicações, informática em geral. Destacam-se ainda a expansão de transmissores de rádio e televisão, telefonia fixa, móvel e internet, indústria aeroespacial, biotecnologia e muitas outras inovações.
É bom ressaltar que a inovação de um dos itens citados contribui diretamente ou indiretamente para o desenvolvimento de outro, desse modo, fica evidente que ocorre uma intensa interdependência entre eles.
No mundo capitalista, a inserção de tecnologias e o aprimoramento constante da mesma promovem uma dinamização produtiva, intensifica o trabalho, cria produtos e mercadorias de maior qualidade para concorrer em um mercado cada vez mais competitivo, gera diminuição de custos. Esse processo desencadeia uma enorme acumulação de capitais pelos donos dos meios de produção que posteriormente serão usados para realizar investimentos no desenvolvimento de novos produtos e na geração de inéditas tecnologias de ponta, sempre a serviço da indústria.
![]() |
Subscrever:
Mensagens (Atom)